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Covid-19: Mulher detida no Caia está infectada e deixa 16 militares da GNR em quarentena

 
A mulher detida junto à fronteira do Caia, em Elvas, na posse de 5.080 doses de cocaína, está infectada pela doença Covid-19 e obrigou 16 militares da Guarda Nacional Republicana (GNR) a ficarem em quarentena, disse fonte daquela força de segurança.

A mesma fonte indicou que, a mulher "começou na quinta-feira à noite, no posto de Elvas, a sentir dores e a apresentar sintomas de estar infectada pela doença", tendo afirmado ter estado "em contacto com pessoas supostamente infectadas".

A mulher foi encaminhada para o Hospital de Santa Luzia, em Elvas, tendo sido testada ao novo coronavírus na madrugada de sexta-feira e regressado às instalações da GNR, a aguardar o resultado do teste, que acusou positivo para a doença, segundo a informação prestada pelo hospital à GNR, na sexta-feira à noite.

O Tribunal Judicial de Elvas decretou na sexta-feira a prisão preventiva da suspeita, que por precaução, "por apresentar sintomas de estar infectada" com o novo coronavírus, não chegou a ser presente ao tribunal, de acordo com a fonte da força de segurança.

Segundo a GNR, a suspeita, detida por desobediência e tráfico de droga, tentou na quinta-feira passar a fronteira de automóvel, no sentido de Badajoz (Espanha) para Elvas, mas foi impedida pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) por "não preencher os requisitos necessários para entrar em território nacional".

A mulher regressou a Espanha e posteriormente foi detectada a tentar entrar, a pé, em Portugal, junto à fronteira do Caia, num ponto de passagem não autorizado, tendo sido interceptada e detida, referiu a fonte da GNR.

Depois, ao ser efectuada a revista pessoal de segurança, foi detectado um saco oculto no vestuário da mulher, que continha a droga, indicou a mesma fonte.

Faleceu Júlio Miranda Calha, antigo secretário de Estado e deputado do Partido Socialista

Júlio Miranda Calha, ex-deputado do Partido Socialista (PS) e um dos históricos da Assembleia da República, faleceu neste sábado, dia 28 de Março, aos 72 anos de idade, vítima de AVC- Acidente Vascular Cerebral.

Natural de Portalegre, círculo pelo qual foi eleito deputado para diversas legislaturas, entre 1975 e 2019, Miranda Calha foi secretário de Estado do Desporto no Governo de António Guterres e secretário de Estado da Defesa no Executivo de José Sócrates.

Licenciado em Letras, chegou, entre outras funções internacionais, a desempenhar o cargo de presidente da Assembleia Parlamentar da NATO.

Na Assembleia da República, além de deputado, foi presidente das comissões parlamentares de Defesa Nacional, do Ambiente e do Ordenamento do Território e do Poder Local.

"O Grupo Parlamentar do Partido Socialista apresenta as sinceras condolências à família, camaradas e amigos pelo falecimento de Júlio Francisco Miranda Calha", lê-se numa nota do grupo parlamentar socialista.

De acordo com essa nota, "a perda de Miranda Calha deve relembrar-nos, socialistas, o papel corajoso e destemido que teve na transição para o Portugal democrático, em particular no distrito de Portalegre, sempre lutando pela liberdade e pela democracia, pelo Estado de Direito e pela dignificação das nossas instituições".

"Um socialista que se notabilizou pelo trabalho desenvolvido ao longo de toda a sua vida nos vários cargos que ocupou, partidários, públicos e internacionais", assinala a referida nota do grupo parlamentar do PS, acrescentando que "Miranda Calha foi deputado à Assembleia Constituinte e à Assembleia da República entre 1976 e 2019, foi vice-presidente da Assembleia da República, desempenhou os cargos de secretário de Estado do Desporto, secretário de Estado da Administração Regional e Local, secretário de Estado da Defesa e Governador Civil de Portalegre, bem como cargos e funções nacionais e internacionais, que muito honraram o Parlamento e o Partido Socialista".

"De um humor fino, contagiante e inteligente na apreciação da construção na sociedade democrática deixa saudades a todos quantos com ele tiveram o privilégio de se cruzar", defende a nota do grupo parlamentar do PS, sublinhando que, "com esta perda estamos todos de luto".

PORTUGAL: Cerca de 850 pessoas impedidas de entrar nas fronteiras terrestres em 10 dias

 
Cerca de 850 pessoas foram impedias de entrar em Portugal e uma foi detida em dez dias de controlo temporário das fronteiras terrestres devido à pandemia de Covid-19, anunciou o Ministério da Administração Interna (MAI).

Num comunicado de balanço das actividades do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras e da Guarda Nacional Republicana nas fronteiras terrestres, o MAI avança que foram controladas um total de 87.823 pessoas em 10 dias, 853 das quais foram impedidos de entrar no país e uma foi detida em Vila Verde da Raia, em Chaves por autorização de residência falsa.

O controlo das fronteiras terrestres com Espanha está a ser feito desde as 23.00 horas do dia 16 de Março em nove pontos de passagem autorizada, cabendo ao Serviço de Estrangeiros e Fronteiras o controlo documental das pessoas, enquanto a Guarda Nacional Republicana (GNR) é responsável pela circulação rodoviária e pela vigilância da fronteira terrestre entre os pontos autorizados.

O MAI indica que o ponto de passagem autorizado de Valença, em Viana do Castelo, foi o que mais pessoas controlou, um total de 40.004, seguido de Vila Verde da Raia, em Chaves, (12.534), Vilar Formoso, na Guarda (11.417), Caia, em Elvas (9.810), Castro Marim, em Faro (5.397), Quintanilha, em Bragança (2.910), Vila Verde de Ficalho, em Beja (2.923), Termas de Monfortinho, em Castelo Branco (2.021) e Marvão, em Portalegre (807).

Segundo o Ministério da Administração Interna, as recusas de entrada verificaram-se em Valença (286), Caia (199), Castro Marim (154), Vilar Formoso (84), Vila Verde de Ficalho (57), Vila Verde da Raia (40), Quintanilha (16), Marvão (10) e Termas de Monfortinho (7).

O Ministério tutelado por Eduardo Cabrita realça que o objectivo deste controlo é "vedar as deslocações de cidadãos em turismo ou lazer" entre Portugal e Espanha.
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