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até 04/07/2017
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PJ detém suspeito de aliciar menores com droga a troco de fotos sexuais

A Polícia Judiciária (PJ) anunciou esta quinta-feira, dia 18 de Maio, ter detido um homem, em Ferreira do Alentejo, por suspeita de aliciar menores a darem-lhe, em troca de droga, fotografias em poses sexuais, que depois divulgava na Internet.

Num comunicado publicado na página de internet da PJ, a força de segurança explica que o suspeito, de 27 anos e com antecedentes criminais, foi detido em cumprimento de um mandado de detenção emitido pelo Ministério Público, e "pela presumível prática dos crimes de pornografia de menores, aliciamento de menores para fins sexuais e tráfico de estupefacientes".

O suspeito foi detido e sujeito a primeiro interrogatório judicial no Tribunal de Ferreira do Alentejo, no distrito de Beja, na quarta-feira, tendo-lhe sido decretada a medida de coação de prisão preventiva.

Segundo a Judiciária, o suspeito obtinha dos menores fotografias em poses sexuais, que "posteriormente divulgava na Internet", "mediante a contrapartida" de lhes fornecer droga para consumirem.

Pároco Manuel José Marques apresenta exposição de pintura "Reencontro e Silêncio" em Monsaraz

"Reencontro e Silêncio" é o tema da exposição de pintura que Manuel José Marques, Pároco da Unidade Pastoral de Reguengos de Monsaraz, vai apresentar na Igreja de Santiago – Galeria de Arte, em Monsaraz. A mostra vai ser inaugurada no dia 20 de Maio, pelas 18.00 horas, e pode ser apreciada diariamente até 2 de Julho, das 9.30 às 12.30 e entre as 14.00 e as 18.00 horas.

Manuel José Marques vai apresentar 35 pinturas, distintas na mensagem e nas técnicas utilizadas. As obras seleccionadas para esta mostra na vila medieval de Monsaraz foram realizadas durante um ano, entre Março de 2016 e Março de 2017, e segundo o autor, "o visitante pode ter a surpresa de viver em cada quadro uma nova experiência, mais do que o desconforto pela variedade de estilos e técnicas".

Manuel José Marques pretende que se faça, como ele fez, "a dupla experiência do reencontro e do silêncio diante das paisagens interiores, sempre mais profunda que a experiência provocada pelas imagens do quotidiano". O autor considera ainda que "o silêncio que fala nas cores e nos movimentos há de provocar emoções e encontros entre o visitante e o seu mistério existencial. Tal como o autor tirou do silêncio da tela a obra que agora pode ser contemplada, também o visitante, no silêncio, pode contemplar a realidade mais profunda que tem dentro de si".  

A expressão artística foi sempre uma paixão que ocupou um segundo plano na vida de Manuel José Marques, tendo efectuado a sua primeira exposição, "Momentos", em Janeiro de 1996, na Eborensia Galeria. Depois de vinte anos de silêncio apresenta, agora, "Reencontro e Silêncio", uma mostra organizada pelo Município de Reguengos de Monsaraz no âmbito do ciclo de exposições Monsaraz Museu Aberto e que integra as comemorações do 50.º aniversário do jornal Palavra.

Manuel José Marques nasceu em Montemor-o-Novo a 1 de Dezembro de 1959. Frequentou os Seminários de S. José, em Vila Viçosa, e Nossa Senhora da Purificação, em Évora, e foi aluno do Instituto Superior de Teologia de Évora até 1984, ano em que foi ordenado sacerdote.

Entre 1990 e 1992 licenciou-se em Teologia Dogmática na Universidade Pontifícia de Salamanca. Actualmente é pároco da Unidade Pastoral de Reguengos de Monsaraz, professor do Instituto Superior de Teologia de Évora e Director do jornal Palavra.

Operação Floresta Segura 2017 da GNR decorre até 31 de Outubro

A Guarda Nacional Republicana (GNR) realiza até dia 31 de Outubro, em todo o território nacional, a operação Floresta Segura 2017, materializada em acções de patrulhamento, vigilância e fiscalização das zonas florestais, para prevenir e detectar a eclosão de incêndios, evitar comportamentos de risco e reprimir actividades ilícitas contra o património florestal.

Em apoio à Autoridade Nacional de Protecção Civil no combate aos incêndios florestais, a GNR empenha forças do Grupo de Intervenção, Protecção e Socorro (GIPS) em acções de primeira intervenção e através do seu Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) garante a validação, medição das áreas ardidas e investigação das causas dos incêndios florestais, coordenando também  os meios afectos, de diversas entidades, empenhados em ações de vigilância móvel com vista a prevenção e detecção de incêndios.

A GNR tem activa a rede nacional de postos de vigia, desde o dia 15 de Maio até 30 de Setembro, de acordo com as duas fases de empenhamento: Fase Bravo, até 30 de Junho, e Fase Charlie - a partir de 1 de Julho (fase mais crítica da época de incêndios).

Na operação participam militares e civis das unidades territoriais e ainda de outras valências, nomeadamente da Unidade Nacional de Trânsito, da Unidade de Controlo Costeiro e da Unidade de Intervenção.
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