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Delta Q apresenta primeira cápsula de café 100% orgânica e biodegradável

 
A Delta Cafés, no âmbito da sua estratégia de sustentabilidade, apresentou uma nova cápsula de café Delta Q, 100% orgânica e biodegradável. Esta nova cápsula, desenvolvida pelo Centro de Inovação do Grupo Nabeiro, a Diverge, em conjunto com parceiros externos e Centros de Investigação nacionais, é feita de BioPBS, ou seja, de um material de base biológica e vegetal, constituído por cana-de-açúcar, mandioca e milho.  É uma cápsula com 0% plásticos, 0% micro-plásticos e 0% alumínio.

O primeiro blend da marca com esta cápsula 100% orgânica, Delta Q eQo, será lançado no 2º semestre de 2019, terá uma validade de 90 dias por ser biodegradável, e terá tripla certificação de sustentabilidade: Certificação Rainforest Alliance, que trabalha para conservar a biodiversidade e garantir meios de subsistência sustentáveis através da transformação de práticas de uso do solo, práticas comerciais e comportamento do consumidor; Certificação UTZ (UTZ representa uma agricultura sustentável e melhores oportunidades para agricultores, as suas famílias e o Planeta); e Certificação Biológica (O método de produção biológico combina as melhores práticas ambientais que contribuem para um aumento de biodiversidade e a preservação dos recursos naturais).

A embalagem do novo Delta Q eQo é feita em cartão totalmente reciclável, com certificação FSC (que assegura que o produto provém de uma floresta gerida de forma sustentável) e impressa com tintas biológicas.

"O caminho de sustentabilidade é prioritário para o Grupo e para todas as suas marcas. Com estas iniciativas damos continuidade ao trabalho que desenvolvemos na área social e em prol da comunidade. Pretendemos continuar com um papel activo na construção de valor para a sociedade, contribuindo para a adopção de comportamentos mais responsáveis, acrescentando simultaneamente valor aos vários momentos de consumo e de partilha proporcionados pelo café", sublinha Rui Miguel Nabeiro, Administrador do Grupo Nabeiro – Delta Cafés.

ESTREMOZ: Clínica de hemodiálise vai abrir em Julho após oito anos de espera

Uma clínica de hemodiálise vai abrir em Julho deste ano em Estremoz, após oito anos de espera, num investimento privado que ronda os 2,5 milhões de euros, disse fonte da unidade de saúde.

O director clínico do centro de hemodiálise, Manuel Amoedo, indicou que a unidade, destinada a servir doentes da região, vai abrir após autorização da Administração Regional de Saúde do Alentejo.

A abertura desta valência, inexistente no concelho, é aguardada pelos investidores desde 2011, ano em que o edifício ficou construído e com equipamento para começar a funcionar.

Manuel Amoedo referiu que a unidade se destina "a tratar os doentes com insuficiência renal crónica terminal que optem por hemodiálise como terapêutica substitutiva da função renal". A unidade, segundo o responsável, está equipada com "a mais moderna tecnologia na área da hemodiálise".

O material de diálise que vai ser utilizado na clínica foi fornecido pelo Grupo Fresenius Medical Care, adiantou o responsável.  

De acordo com o clínico, o investimento de cerca de 2,5 milhões de euros inclui a construção do edifício, próximo da zona industrial de Estremoz, e o equipamento da clínica.

A clínica vai servir sobretudo o concelho de Estremoz e concelhos limítrofes, nomeadamente as zonas a sul de Portalegre e a norte de Évora, entre as quais o concelho de Elvas.

Festa Ibérica da Olaria e do Barro vai realizar-se em S. Pedro do Corval

A Festa Ibérica da Olaria e do Barro celebra 25 anos entre os dias 23 e 26 de Maio em S. Pedro do Corval, no concelho de Reguengos de Monsaraz. Um quarto de século depois da primeira edição, os centros oleiros de S. Pedro do Corval e de Salvatierra de los Barros, na província de Badajoz (Espanha), continuam a juntar-se anualmente para mostrar a sua arte neste evento transfronteiriço de promoção cultural e turística da olaria.

A 25ª Festa Ibérica da Olaria e do Barro vai ter a participação de 66 olarias e ceramistas de Portugal e de Espanha. O Centro Oleiro de S. Pedro do Corval terá 21 olarias no certame e o de Salvatierra de los Barros contará com 10 expositores.

Participam também nesta edição comemorativa olarias de Algés, Condeixa-a-Velha, Aveiras de Cima, Mourão, Assafora, Valongo do Vouga, Beringel, Loures, Queluz (3), Galegos Santa Maria, Odivelas, Évora, Guimarães, Redondo, Ermesinde, Ponte de Sor, Barcelos (2), Coimbra, Estremoz, Beja, Mafra (2), Baixa da Banheira, Albufeira, Vila Nova de Famalicão, Amares, Vila Nova de Milfontes, Trofa e Sabugal. De Espanha, vão estar igualmente no certame olarias de Badajoz (2) e de Mérida.

A Festa Ibérica da Olaria e do Barro é uma homenagem viva à arte da olaria através de exposições, demonstrações ao vivo, jornadas ibéricas e música tradicional, pretendendo-se valorizar a olaria, chamar a atenção para o seu valor artesanal e artístico e apontar estratégias para o seu desenvolvimento económico e profissional. Este evento transfronteiriço é organizado em anos alternados em cada município.

O programa da 25ª Festa Ibérica da Olaria e do Barro abre no dia 23 de Maio, às 18.00 horas, com a cerimónia oficial e a visita aos expositores. A primeira noite do Festival de Música ibérica vai receber pelas 22.00 horas a actuação do grupo Roda Pé.

Na sexta-feira, dia 24 de Maio, na Sociedade União e Progresso Aldematense, decorrem a partir das 10.00 horas as Jornadas Ibéricas de Olaria e Cerâmica sobre "A sustentabilidade económica do sector". A primeira apresentação será sobre "A olaria no quadro da Convenção para a Salvaguarda do Património Imaterial da UNESCO", por Ana Paula Amendoeira, Directora da Direcção Regional de Cultura do Alentejo, seguindo-se "Emprego e empreendedorismo no artesanato", por Paula Caeiro, Directora do Centro de Emprego e Formação Profissional de Évora. Ainda durante a manhã haverá intervenções de Vitor Dordio, da ADRAL – Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo, sobre "Oportunidades de investimento para o sector oleiro", e de Jose Angel Calero, técnico do Museu de Alfareria de Salvatierra de los Barros, sobre "A evolução da olaria de Salvatierra de los Barros nos últimos 25 anos", seguindo-se um debate.

As jornadas prosseguem a partir das 15.00 horas com as comunicações "Da tradição ao futuro", por José Luís Almeida e Silva, Director da Associação Portuguesa de Cidades e Vilas Cerâmicas, "Tradição e internacionalização" pela ceramista Sónia Borga, e "Diferenças e semelhanças entre a cerâmica espanhola e portuguesa. Projectos do Agrupamento Europeu de Cidades Cerâmicas", por Oriol Calvo, da Associação Espanhola de Cidades da Cerâmica. A fechar haverá a apresentação "Memórias para memória futura", por Antónia Conde, do CIDEHUS – Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades da Universidade de Évora, e o debate.

A Festa Ibérica da Olaria e do Barro prossegue às 17.30 horas com workshops de vientos andinos, tambores batá e ritmos afro-latinos com o projecto MICA. Este projecto argentino actua à noite, pelas 22.00 horas, no Festival de Música Ibérica.

No sábado, à mesma hora, o festival terá um concerto com a Banda da Sociedade Filarmónica Corvalense com o cantor lírico Carlos Guilherme e a soprano Filipa Lopes. O último dia da Festa Ibérica da Olaria e do Barro vai ter um espectáculo de homenagem a Manuel Conde (26/09/1938 - 25/5/2005), natural de S. Pedro do Corval, que tendo aprendido o habitual ofício de oleiro, desde muito jovem revelou apetência e interesse pela música.

A aprendizagem amadora junto de filarmónicas do concelho, em particular com o Maestro Silva Domingues que durante cerca de trinta anos dirigiu a Banda da Sociedade Filarmónica Harmonia Reguenguense, viria a ser consolidada com o seu ingresso na Banda Militar de Évora, à época uma das principais estruturas de aprendizagem e desenvolvimento musical do sul do país. Possuidor de uma invulgar paixão e interesse pela execução instrumental, tocou um vasto e diversificado naipe de instrumentos (trompa de harmonia, trompete, guitarra acústica e eléctrica, violino, piano, órgão electrónico, entre outros), mas foi como compositor que o seu trabalho viria a ser reconhecido e valorizado, com mais de quatro dezenas de originais da sua autoria.

O espectáculo de homenagem a Manuel Conde inicia-se às 17.30 horas e terá em palco Celina da Piedade, Pedro Mestre, Mário Moita, Jorge Roque, Jaime Varela, Leila Silva, Ana Tareco, o poeta Manuel Sérgio, a Banda da Sociedade Filarmónica Corvalense, o grupo musical Newma, o Coro Polifónico da Sociedade Filarmónica Corvalense, o Grupo Coral da Casa do Povo de Reguengos de Monsaraz e o Grupo Coral da Freguesia de Monsaraz. Os músicos de palco vão ser Sérgio Galante (guitarra), Der Medinas (contrabaixo), Hélio Ramalho (trompete), André Conde (trombone), Kajó Soares (guitarra portuguesa), Catarina Silva (flauta), Jorge Conde (guitarra), Vasco Ramalho (percussão), Raul Gouveia (saxofone), José Miguel Conde (clarinetes), Vanessa Gaspar (clarinetes), Francisco Rato (violino), Nelson Conde (guitarras), Ricardo Ramos (fagote) e Valter Marrafa (violoncelo).

Este certame transfronteiriço terá ainda a exposição "25 anos da Festa Ibérica da Olaria e do Barro", composta por cartazes das edições anteriores e peças de todas as olarias dos centros oleiros de S. Pedro do Corval e de Salvatierra de los Barros, a mostra itinerante "Cerâmica Portuguesa", da Associação Portuguesa de Cidades e Vilas Cerâmicas, que conta com duas peças de cada um dos 14 municípios fundadores da associação, e "Alfarerias Extinguidas", uma exposição que apresenta peças antigas da colecção de José Luis Naharro e do Museu de Alfareria de Salvatierra de los Barros.
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