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Tecnidelta promove Salão Tecnocasião

A Tecnidelta, uma das empresas do Grupo Delta Cafés, promove a partir de hoje e até 1 de Dezembro, em Campo Maior, o 4º Salão TecnOcasião, uma feira que se tem constituído como uma oportunidade para quem procura máquinas de café domésticas e equipamentos de hotelaria e reacondicionados.

Luísa Currito, responsável da Tecnidelta pelo evento, afirma que se podem começar “a fazer as compras de Natal” sejam para casa ou para estabelecimentos comerciais.

O 4º Salão TecnOcasião, vai decorrer no parque de estacionamento do Hotel Santa Beatriz, unidade que também pertence ao grupo, com um horário contínuo entre as 10 e as 19 horas.

A Tecnidelta nasceu a 2 de Janeiro de 1998, com o intuito de comercializar máquinas de café, moinhos e equipamentos hoteleiros. Actualmente conta com 22 departamentos comerciais da Delta Cafés distribuídos por todo o País, pelos quais se repartem os 251 elementos que formam o quadro laboral.

Câmara ouve em audiência prévia trabalhadores

Os trabalhadores da Câmara Municipal de Elvas, obrigados a devolver o dinheiro relativo a aumentos salariais, têm vindo a ser ouvidos em audiência prévia pelo município, disse hoje à Agência Lusa Francisco Vieira, dirigente do Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local (STAL).

Trata-se, segundo o sindicalista, de um período legal, em que "os funcionários afetados podem reclamar das notificações recebidas". O período concedido às audiências prévias termina na sexta feira, dia 26 de Novembro, altura em que perfaz os dez dias úteis após receção das notificações.

Os trabalhadores da Câmara Municipal aprovaram, a 20 de Outubro, uma resolução e elaboraram um abaixo-assinado, em plenário, a contestar a anulação dos aumentos salariais efetuados no ano passado e dos concursos para novas contratações.

O sindicalista Francisco Vieira assegurou ainda que os trabalhadores vão avançar com uma providência cautelar.

GREVE: Paralização quase total em Portalegre

A greve geral provocou hoje a paralisação "quase total" dos serviços públicos em Portalegre, situação que acontece pela "primeira vez" naquela cidade alentejana, segundo a União de Sindicatos do Norte Alentejano (USNA), afecta à CGTP.

"Fazemos um balanço positivo desta greve geral. A cidade de Portalegre  tem os serviços quase todos parados, o que acontece pela primeira vez", disse Diogo Júlio, coordenador da USNA, em declarações à Agência Lusa.

De acordo com a USNA, a adesão à greve no Hospital de Portalegre ronda os 81 por cento, ao passo que no Hospital de Santa Luzia em Elvas, os enfermeiros, auxiliares  e técnicos de saúde aderiram à paralisação a 100 por cento.

A recolha de lixo no norte alentejano é outro dos sectores que registou uma maior adesão à greve, uma vez que os trabalhadores de dez dos quinze concelhos que compõem o distrito de Portalegre aderiram ao protesto.  "Não houve recolha de lixo em Alter do Chão, Arronches, Avis, Castelo de Vide, Crato, Gavião, Marvão, Nisa, Ponte de Sor e Portalegre", indicou Diogo Júlio.

No sector da educação, o Sindicato de Professores da Zona Sul (SPZS) anunciou que oito agrupamentos de escolas estão de portas fechadas. Trata-se dos agrupamentos de Castelo de Vide, Gavião, Portalegre (José Régio), Campo Maior, Ponte de Sor, Arronches, Avis e Fronteira. A mesma estrutura sindical deu ainda conta do encerramento de outros  estabelecimentos de ensino no concelho de Portalegre, Marvão e Crato.

Contactado pela Lusa, o presidente da Associação Comercial de Portalegre, António Lopes, explicou que a greve geral não está a ter efeitos no sector comercial naquela capital de distrito. “Os restaurantes, as lojas, os cafés estão a trabalhar normalmente. Não há estabelecimentos encerrados", disse.

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