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Já morreram 40 pessoas nas estradas portuguesas em 2011

Em 17 dias, foram registados 40 mortos e 79 feridos graves nas estradas portuguesas, o que equivale a mais oito mortos e mais dois feridos graves, do que em igual período de 2010.

Fruto essencialmente de alguns acidentes com um elevado número de vítimas - como voltou a acontecer neste último fim-de-semana - a verdade é que a primeira metade do mês de Janeiro apresenta números dramáticos.

Os distritos de Leiria, com sete mortos, e Faro, com cinco, destacam-se pela negativa.

Em sentido inverso, para já ainda sem qualquer vítima mortal registada, estão quatro distritos: Bragança, Guarda, Portalegre e Vila Real.

CP tira regional ao Alto Alentejo

A CP vai suprimir o serviço regional de comboios no ramal de Cáceres, no distrito de Portalegre, já a partir de 1 de Fevereiro.

Em causa, segundo a empresa, está a pouca procura por parte dos passageiros. Em simultâneo, corre uma petição promovida pelo Grupo de Amigos da Ferrovia Norte Alentejana (GAFNA) para melhoramento e manutenção do serviço.

De acordo com a CP, esta medida "é uma questão de racionalidade de serviços e de sustentabilidade económica da empresa", visto que, segundo os dados da administração, a média de procura é de "três passageiros por comboio".

O ramal de Cáceres liga as estações de Torre das Vargens, Ponte de Sor, a Beirã, no concelho de Marvão, fazendo depois a ligação internacional à Extremadura espanhola, e passará a contar apenas com as ligações internacionais e inter-regionais.

A medida já era esperada há alguns meses na região, mas ontem veio a confirmação, e as vozes críticas já se fazem ouvir "O GAFNA vai apresentar a petição e quer pressionar o Governo para que perceba que o Norte Alentejano está a caminhar para um isolamento cada vez maior, com o encerramento do serviço regional do ramal de Cáceres", defende Paulo Fonseca, responsável pelo GAFNA. O movimento já recolheu centenas de assinaturas.

Espanhóis optam por restaurantes em Portugal para poderem fumar

Feliciano, fumador de Badajoz (Espanha), prefere almoçar num restaurante de Elvas, não só por apreciar a gastronomia portuguesa, mas também por a nova lei do tabaco no seu país ter sido "levada ao extremo".

Desde o início do ano, quando entrou em vigor a nova lei anti-tabaco em Espanha, que muitos espanhóis optam por deslocar-se até aos restaurantes portugueses, na zona fronteiriça, que têm salas para fumadores.

"Eu e a minha família sempre apreciámos a gastronomia portuguesa e, agora, como é proibido fumar nos restaurantes em Espanha, é mais um motivo para vir a Portugal", diz Feliciano.

O impacto da nova legislação espanhola antitabaco sente-se, especialmente, no setor da restauração e hotelaria, onde ainda era possível fumar, se assim o decidissem espaços com menos de 200 metros quadrados ou com zonas divididas para fumadores e não fumadores.

"Eu acho bem que seja proibido fumar nos sítios públicos, porque assim não se faz mal a quem não fuma, mas proibir em todo o lado é um exagero", defende Feliciano.

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