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ELVAS: 3500 euros de tabaco furtado

Uma viatura de transporte de tabaco foi assaltada na passada segunda-feira, dia 3 de Janeiro, em Elvas, cerca das 15.00 horas, junto ao armazem de uma grande superficie comercial na Estrada do Caia.

De acordo com informação prestada pela PSP, a porta da viatura foi arrombada e retiraram do seu interior quatro caixas de tabaco, cujo valor ascende a aproximadamente 3.500 euros.

Oa agentes da autoridade, e após a visualização das imagens recolhidas por um circuito interno da superficie comercial, identificaram a viatura que esteve envolvida no assalto e o seu proprietário, “um individuo conotado por crimes contra o património”.

Após estas acções, a PSP auxiliada por elementos policiais da esquadra territorial e esquadra de intervenção e fiscalização policial realizaram buscas domiciliárias no bairro das Pias e apreenderam na residência de um familiar do suspeito : 65 volumes de tabaco, correspondente a 650 maços de tabaco, no valor de 2.236 euros, 20 onças de tabaco no valor de 46 euros e 50 isqueiros no valor de 50 euros.

De acordo com a PSP, o suspeito não foi detido porque “antes da intervenção policial naquele bairro, o individuo refugiou-se numa das 40 residências ali existentes, todas elas pertencentes a individuos de etnia cigana”.

PORTALEGRE: Prédio devoluto ruiu

Parte de um prédio devoluto ruiu esta madrugada, dia 7 de Janeiro, na rua do comércio em Portalegre, sem causar vitimas. Os destroços acumulados e o risco de nova queda da fachada do edifício obrigou a Protecção Civil a cortar o acesso pedonal e rodoviário na via.

De acordo com fonte dos bombeiros locais, o alerta foi recebido pelas 6.00 horas, tendo sido criado um perímetro de segurança. "O prédio deverá ser sujeito a uma demolição controlada. Vamos aguardar pela reunião com o executivo municipal", informou a mesma fonte.

PÓVOA E MEADAS: Força da água arranca calçada

A população de Póvoa e Meadas, no concelho de Castelo de Vide, viveu esta sexta-feira de madrugada momentos de aflição, depois de a subida do caudal de uma ribeira ter inundado uma das artérias da vila e da força da água ter arrancado parte da calçada.

"Quando aqui cheguei deparei-me com um cenário complicado porque a rua do mercado era um ribeiro autêntico", relatou à agência Lusa João Palmeiro, funcionário da Câmara Municipal de Castelo de Vide.

"Esta situação passou-se a partir da meia-noite, vivia-se aqui um ambiente confrangedor, as pessoas estavam nervosas, com medo e com algum receio. Era um ambiente natural neste tipo de catástrofe", sublinhou.

De acordo com as autoridades, cerca de dez casas da rua do mercado, naquela vila alentejana foram afectadas pelas inundações, depois de a subida do caudal da ribeira da Ameixoeira, em consequência das fortes chuvadas.

A situação regressou à normalidade cerca das 5.30 horas, depois de ter baixado o caudal da ribeira, tendo os habitantes iniciado de imediato as limpezas nas casas. Sem causar desalojados, a força da água arrancou ainda alguma calçada naquela rua, uma situação que está a ser solucionada pelos funcionários do município de Castelo de Vide.

Devido à falta de electricidade, a padaria local não funcionou hoje de noite, o que inviabilizou a distribuição de pão durante a manhã. Em declarações à Lusa José Rabaça, padeiro naquela vila, explicou que "nunca tinha visto nada assim, a padaria ficou invadida de água no espaço de cinco minutos". De acordo com José Rabaça, esta situação provocou alguns prejuízos na padaria, uma vez que "há material eléctrico danificado".

Em Nisa e Alpalhão, ocorreram durante a madrugada algumas inundações.

Na Estrada Nacional (EN) 18, o aluimento de terras e a queda de pedras para a via condicionou temporariamente o trânsito entre Nisa e Vila Velha de Ródão, referiu o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Portalegre.

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