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Arcebispo emérito José Alves evoca "marca profunda" deixada no Alentejo por Maurílio de Gouveia

O actual arcebispo emérito de Évora, D. José Alves, manifestou "muita consternação" pela morte do seu antecessor, Maurílio de Gouveia, "um grande amigo" e que "deixará uma marca profunda" no "vasto território" da arquidiocese alentejana.

"Recebi a notícia com muita consternação porque colaborei com ele durante mais de 17 anos na arquidiocese de Évora e em várias actividades. Era uma colaboração muito próxima e estabelecemos laços de amizade, comunhão e também uma relação eclesial muito profunda", disse D. José Alves.

Maurílio de Gouveia, que esteve à frente da arquidiocese durante quase 27 anos, entre Setembro de 1981 e Fevereiro de 2008, "foi realmente um grande arcebispo de Évora", assinalou D. José Alves, que o sucedeu no cargo (de 2008 a 2018).

"Deixará uma marca muito profunda em todo o vasto território que é a arquidiocese de Évora, a maior em extensão em Portugal, com 13.500 quilómetros, e que ele percorreu muitíssimas vezes", destacou.

O arcebispo emérito de Évora Maurílio de Gouveia morreu na passada terça-feira, dia 19 de Março, na Madeira, aos 86 anos.

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