Portuguese English French German Italian Spanish
Faixa publicitária
Faixa publicitária
Faixa publicitária
Faixa publicitária

Delta Cafés junta-se a parceiros internacionais de café com o objetivo de garantir o futuro de produtores

 
A Delta Cafés juntou-se à International Coffee Partners (ICP), uma associação que há quase 17 anos tem abordado questões relevantes que afectam os pequenos produtores de café, as suas famílias e comunidades.

Fundada em 2001, inicialmente pela Tchibo, Lavazza, Paulig, Löfbergs e pela Neumann Kaffee Gruppe com o objectivo de abordar e dar resposta a questões com que se deparam os pequenos agricultores, de forma a garantir o futuro do café. A Joh. Johannson junta-se em 2011 e a Franck em 2014, vindo reforçar ainda mais o trabalho desenvolvido pelo ICP junto do sector do café, impactando mais de 74 mil famílias de agricultores, em mais de 12 países, como Uganda, Indonésia, Brasil e Honduras.

A entrada da Delta Cafés no ICP pretende reforçar, através do seu expertise, o trabalho deste organismo junto sector.

O trabalho desenvolvido pelo ICP consiste em assegurar as perspectivas dos meios de subsistência das famílias produtoras de café e seus descendentes, à medida que novos produtores são impactados por diversas formações que vão desde o desenvolvimento organizacional, aos sistemas agrícolas e às oportunidades empresariais.

"É com muito orgulho que a International Coffee Partners acolhe a Delta Cafés na sua família. Com a entrada da Delta Cafés podemos continuar a implementar, desenvolver, e amplificar projectos de melhores práticas com pequenos produtores em todo o Mundo. A empresa tem um longo historial de apoio ao desenvolvimento da sociedade em Portugal e no estrangeiro, onde foram implementados projectos com comunidades de produtores em Angola e Timor Leste. Experiências relacionadas com o progresso junto de comunidades agrícolas e a educação de crianças estarão disponíveis para desenvolver ainda mais as abordagens do ICP", sublinhou a presidente do ICP, Kathrine Löfberg.

A Delta Cafés, fundada em 1961, começou com um pequeno armazém de 50 metros quadrados e cresceu para se tornar na empresa mais reconhecida de café em Portugal. Agora a Delta Cafés une-se à ICP enquanto parceira e, em cooperação com os outros membros, trabalhará em conjunto para continuar a longa história da instituição em colocar o agricultor em primeiro lugar. Isto significa que, juntamente com o seu parceiro de implementação, a Hanns R. Neumann Stiftung (HRNS), o ICP não só trabalha lado a lado com os produtores, comunidades e parceiros, mas também desenvolve abordagens sustentáveis de longa duração para melhorar os meios de subsistência na produção de famílias e comunidades.

“Na Delta Cafés temos muito orgulho em fazer parte da família ICP. Desde o momento que em que conhecemos o seu trabalho percebemos que este é um projeto que possui os valores próprios da família, o cuidado com a sociedade e o cuidado com o café. Ao longo de décadas, a Delta tem investido em muitos projetos que são socialmente responsáveis, quer em Portugal ou em outros territórios internacionais. Estamos comprometidos e empenhados no progresso da nossa indústria, bem como no bem-estar da sociedade. Com a ICP a Delta Cafés une-se a outras importantes empresas de café de propriedade familiar para trabalhar em conjunto com as famílias de produtores que levam café às nossas mesas todos os dias. Estamos entusiasmados por nos juntar a este grupo dinâmico e ao portefólio de projetos de sucesso em todo o Mundo”, realçou Rui Miguel Nabeiro, administrador do Grupo Nabeiro-Delta Cafés.

Monsaraz recebe a primeira gala das "7 Maravilhas à Mesa"

A primeira gala das "7 Maravilhas à Mesa" vai realizar-se na noite de 22 de Julho na vila medieval de Monsaraz junto ao monumento ao Cante Alentejano. Nesta gala que será transmitida em directo na RTP vai estar a mesa promovida pelo Município de Reguengos de Monsaraz, com a gastronomia, o vinho e um roteiro turístico propostos pelo Restaurante Sabores de Monsaraz.

Isabel Rolo preparou uma mesa tradicional alentejana enquadrada na paisagem com vista para a vila medieval e para o Grande Lago Alqueva. A proprietária do Restaurante Sabores de Monsaraz propõe na sua mesa o pão tradicional de Monsaraz, queijo de ovelha curado, salada de queijo fresco com agrião, migas de bacalhau, cozido de grão com carne de porco, de vitela, de borrego, enchidos e ervas aromáticas e para beber o vinho tinto Monsaraz Reserva 2015 da CARMIM.

O roteiro turístico que integra a mesa de Reguengos de Monsaraz é o percurso pedestre "Escritas de Pedra e Cal", com partida de Monsaraz e passagem pela Ermida de São Bento, Convento da Orada, Cromeleque do Xerez, Ponte Romana da Pêga e Menir do Outeiro. Para além da mesa do Restaurante Sabores de Monsaraz, na gala das 7 Maravilhas à Mesa em Monsaraz vão concorrer as mesas de Almeirim, Braga, Monchique, Ponta Delgada, Terras da Chanfana e Vila Real, sendo eleitas duas para a final, que vai decorrer no dia 16 de Setembro em Albufeira.

Monsaraz foi eleita no ano passado uma das 7 Maravilhas de Portugal na categoria Monumento. Por isso, no dia 21 de Junho foi inaugurado um photopoint alusivo à distinção num local com vista privilegiada para a vila medieval, para que todos os interessados possam tirar fotografias e selfies.

VILA VIÇOSA: Câmara penhora contas da Junta de Freguesia de Ciladas

As duas contas bancárias da Junta de Freguesia de Ciladas, no concelho de Vila Viçosa, foram penhoradas pela Câmara Municipal de Vila Viçosa, por uma suposta dívida no montante de cerca de 3.900 euros.

Esta dívida, reclamada pela autarquia, deve-se a horas realizadas pelo ex-presidente da Junta, José Andrade, eleito pela Coligação Democrática Unitária (CDU), que é funcionário da autarquia.

O actual presidente, Marcos Capelas, eleito em Outubro último pelo Partido Socialista (PS), vem contestando essa mesma dívida, alegando falta de provas, mas recentemente fez um acordo prestacional de 24 meses para pagamento da mesma, após a autarquia ter mandado penhorar as contas da Junta de Freguesia.

Segundo o presidente da Junta, este acordo foi realizado para que "pudesse pagar os vencimentos aos funcionários, pois com estas penhoras ficámos sem qualquer tipo de hipótese de fazer algum tipo de pagamento", salientou.

O autarca, já questionou a Câmara Municipal acerca da dívida, contudo "fomos informados que não podia ser facilitado qualquer documentação em relação a isso. O único documento que me foi facilitado, foi um documento, que até foi feito à mão, em que referenciavam umas datas e um número de horas", que "eu achei que era relativamente vago, até porque não é assinado por ninguém".

"Agora, nós vamos dar início ao processo, porque não podemos fazer qualquer tipo de pagamento sem justificação, uma vez que na junta de freguesia não existe qualquer folha de presença do ex-presidente e daí nós achámos que não devíamos pagar porque não há prova a como ele de facto utilizou essas horas ao serviço da junta", salientou Marcos Capelas.
Faixa publicitária

AUTENTICAÇÃO


ELVAS.com.pt O Portal da Cidade
´