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ELVAS: Mostra de Joe Berardo no MACE levou a um aumento de visitas

A exposição “Fragmentos” de Joe Berardo, proporcionou um aumento de 20 por cento no número de visitantes do Museu de Arte Contemporânea de Elvas (MACE), disse à agência Lusa a vereadora da Cultura do Município de Elvas, Elsa Grilo. «É seguro dizer que, desde o início da mostra, a 24 de Setembro de 2010, registamos um aumento de 20 por cento no número de visitantes, sendo que metade são espanhóis», explicou a autarca.

A exposição “Fragmentos – Arte Contemporânea na Colecção Berardo”, que terminou ontem, apresentou em Elvas obras de artistas como Pablo Picasso, Marcel Duchamp, Joan Miró, Andy Warhol e Cindy Sherman.

«Cada vez mais podemos afirmar que Elvas está no roteiro da arte contemporânea», considerou Elsa Grilo. A localização do museu junto à fronteira é, na opinião da autarca, «uma aposta ganha e é também cada vez mais evidente que é muito relevante que no interior do país exista uma oferta, tida como elitista, acessível para todos».

A autarca lamentou, por outro lado, o facto de o MACE não receber qualquer apoio por parte do Ministério da Cultura. «O MACE deve ser o único espaço museológico com esta dimensão e importância a nível nacional que não dispõe de qualquer apoio por parte do Ministério da Cultura. O trabalho que desenvolvemos é graças ao apoio dos mecenas e da autarquia», disse.

A 5 de Fevereiro chega ao Museu de Arte Contemporânea de Elvas uma nova exposição, intitulada “O Museu em Ruínas”, com 26 obras da colecção de António Cachola. «São obras totalmente novas e nunca vistas pelo público», assegurou Elsa Grilo.

Alexandre Estrela, Alexandre Farto Aka Vhils, Ana Rito, Isabel Simões, João Louro, Luís Palma, Maria Lusitano, Marta Soares, Mauro Cerqueira, Miguel Ângelo Rocha e Rui Chafes são alguns dos artistas representados na mostra, cujos trabalhos permitem leituras em torno dos conceitos de construção, mas também de desconstrução e reconstrução, onde se joga com o pós-modernismo e contemporaneidade.

Outro dos artistas representados no MACE é Francisco Tropa, representante de Portugal na 54.ª edição da Bienal de Veneza, este ano, que apresenta “Tesouros Submersos do Antigo Egipto”.

O Museu de Arte Contemporânea de Elvas foi inaugurado em 2007 e o seu acervo é composto por obras pertencentes à colecção de António Cachola, economista, que cedeu as suas obras por um período de 13 anos.
 

NATAÇÃO: CEN no Torneio Regional de Velocidade em Tomar

Decorreu no passado dia 22 de Janeiro, nas Piscinas Municipais de Tomar, o Torneio Regional de Velocidade entre a Associação de Natação do Interior Centro (ANIC) e a Associação de Natação de Santarém (ANDS).

Com a participação de 15 clubes da ANDS e 7 da ANIC, a prova realizou-se com eliminatórias de manhã e finais A e B à tarde.

O Clube Elvense de Natação participou com um total de 15 atletas, todos com melhorias de tempos significativas e chegaram às finais 4 atletas femininas e 3 masculinos.

Entre os 16 primeiros lugares nas suas respectivas provas ficaram Inês Custodio, Helena Bandeiras, Francisca Abreu, Inês Ferreira, Vasco Silva e Henrique Renga. Chegou ao pódio Luis Ventura que ficou com o 3º lugar nos 100 metros estilos.

A abrilhantar a excelente participação dos atletas do CEN, o excelente 1º lugar na estafeta dos 4x50 estilos com André Bucho, Henrique Renga, Luís Ventura e Vasco Silva, numa estafeta muito disputada com os atletas do Litoral Alentejano e o CLAC do Entroncamento ambos da ANDS.

A estafeta feminina dos 4x50 livres com Ana Baleca, Inês Ferreira, Francisca Abreu e Inês Custodio obteve o 4º lugar, a masculina dos 4x50 livres com Filipe Rodrigues, Pedro Silva, Luís Carvalho e João Madeira ficou com o 7º lugar.

Câmara de Évora mantém intenção de abandonar Águas do Centro Alentejo

O presidente da Câmara de Évora, José Ernesto Oliveira, mantém a intenção de suspender a concessão do fornecimento de água prestado pela Águas do Centro Alentejo, por não ser financeiramente viável, mas aguarda pelas negociações com a empresa.

O autarca limitou-se a dizer que "a posição da Câmara de Évora mantém-se" e que, até agora, o município não tem "razão nenhuma para a alterar", porque "ainda não chegou informação nenhuma" sobre o assunto.

A Câmara de Évora aprovou, em dezembro último, a suspensão da concessão do fornecimento de água prestado pela empresa Águas do Centro Alentejo, alegando que não é financeiramente viável, mas, depois, a Assembleia Municipal decidiu adiar, por três meses, a votação da proposta, enquanto as duas partes renegoceiam o contrato.

"A Águas de Portugal pediu uma moratória de três meses para estudar soluções para este assunto. A Assembleia Municipal de Évora decidiu conceder essa moratória, mas, até agora, ainda não nos chegou informação nenhuma", explicou José Ernesto Oliveira.

O presidente do município disse ainda ter conhecimento de um pedido de injunção, interposto pela Águas do Centro Alentejo, em novembro do ano passado, por faturas já vencidas da empresa à Câmara de Évora.

"É uma forma legal que qualquer entidade credora pode invocar. Aguardamos também a decisão sobre o mesmo", disse o autarca, defendendo que "não compete à Câmara de Évora pronunciar-se sobre o assunto".

A Águas do Centro Alentejo escusou-se a tecer quaisquer comentários sobre o assunto, alegando estar a renegociar com a Câmara de Évora o contrato de concessão.

Na altura em que a gestão socialista apresentou a proposta de suspensão da concessão, o vice-presidente do município, Manuel Melgão, invocou razões financeiras para o abandono, mas a oposição preferiu centrar-se na questão da qualidade do serviço.

"Não são as questões financeiras que devem presidir à saída do sistema multimunicipal, mas sim a falta de qualidade do serviço prestado", argumentou o vereador comunista Eduardo Luciano, enquanto o vereador do PSD, António Dieb, frisou que "já era evidente, há bastante tempo, que o serviço não tinha a qualidade que devia ter".

A Águas do Centro Alentejo é a empresa responsável pela concessão do Sistema Multimunicipal de Abastecimento de Água e de Saneamento do Centro Alentejo, por um período de 30 anos, sendo constituída pela Águas de Portugal, pela maioria dos municípios do distrito de Évora e pela Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas do Alqueva (EDIA).

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